Um mercado que já é obrigado a consumir o dado

O SINAPI é a referência de custos prioritária para obra pública financiada com recurso federal — por força de decreto e de lei. Hoje esse consumo acontece em planilhas estáticas. O SINAPI Digital transforma a obrigação em plataforma.

01 — A âncora legal

Demanda por força de lei

Decreto 7.983/2013 — Art. 3º

O custo global de referência de obras com recursos federais é obtido a partir das composições do SINAPI (mediana).

Decreto 7.983/2013 — Art. 16

Cláusula de repasse: a obrigação alcança estados e municípios que recebam recurso federal — transferências, convênios, repasses.

Lei 14.133/2021 — Art. 23 §2º, I

Na nova lei de licitações, o SINAPI é o primeiro parâmetro na hierarquia de definição de preços de obras.

Nota de precisão: o SINAPI é o parâmetro prioritário numa hierarquia de quatro níveis — não o único. A obrigação é forte para obras com recurso da União e mais fraca para obras municipais 100% com recursos próprios. Dimensionamos o mercado com essa honestidade.

02 — Tamanho de mercado

Bottom-up, segmento a segmento

TAM
R$ 532 mi/ano
receita recorrente endereçável total (4 segmentos)
SAM
R$ 165 mi/ano
alcançável com o canal CAIXA — que já opera o SINAPI e os repasses
SOM (3 anos)
R$ 30 mi ARR
rampa: R$ 3,3 mi (ano 1) → R$ 12 mi (ano 2) → R$ 30 mi (ano 3)
Construção privada81%
R$ 431 mi/ano

165,8 mil construtoras e escritórios — maior disposição a pagar: orçamento, BIM e compliance no dia a dia.

Obras públicas13%
R$ 67,5 mi/ano

Prefeituras, estados e órgãos federais obrigados a referenciar o SINAPI em obras com recurso da União.

Controle e auditoria2%
R$ 11,5 mi/ano

TCU, TCEs e controladorias — fiscalização de sobrepreço contra a referência oficial.

Fornecedores e indústria4%
R$ 22,5 mi/ano

Inteligência de preço e posicionamento de produto contra as 8 camadas de referência.

03 — O modelo

SaaS de duas pontas, um único motor

(1) Modernização: a CAIXA usa a plataforma internamente como operadora do SINAPI. (2) Monetização: a mesma plataforma é ofertada ao mercado com a CAIXA como marca e canal — e remuneração variável por cliente fidelizado.

Free
R$ 0

Consulta básica ao SINAPI — porta de entrada.

Starter
R$ 149/mês

Profissional autônomo: consultas ampliadas e relatórios.

Professional
R$ 499/mês

Escritórios e construtoras: todos os motores, exportação IFC, API.

Enterprise
sob consulta

Órgãos e grandes contas: tenant dedicado, chave institucional, SLA.

Economia do contrato: CPSI de experimentação até R$ 1,6 mi (12 meses, 4 fases); contrato de fornecimento subsequente limitado a 5× o CPSI (envelope total, incluídas prorrogações). A rampa de receita SaaS de 3 anos (~R$ 45 mi acumulados de GMV à CAIXA) sustenta a fatia do operador dentro desse teto.